Para a Polar. A operação de mídia que abre o funil, e a infraestrutura de dados que faz ela render: dashboard integrado à loja, pulso, diagnóstico e vigia de checkout, numa stack só.
A mídia vende pra quem já conhece a marca. Não traz audiência nova, não qualifica ninguém. É uma estratégia que uma hora para de crescer.
Você mesmo disse onde isso termina. O funil precisa de topo, não de mais verba no fundo.
Poucos pedidos por dia e ticket alto. Um checkout com problema só aparece quando a semana fecha, e aí a venda já foi.
A agência atual entra na conta poucos dias por mês. Branding e embaixadores rodam de um lado, a performance do outro, sem uma estratégia que atravesse o funil inteiro.
Três linhas de produto, três públicos diferentes, uma verba só. A mídia precisa saber qual papel cada uma cumpre.


Receita, ROAS e CPA conectados à VTEX, abertos por canal, linha de produto e criativo. O mesmo painel que a gente opera é o que você abre.
Receita, investimento, ROAS e ticket do mês no seu e-mail todo dia. Chega pronto pra todo usuário com acesso ao painel, sem abrir nada.
Não é número solto: é a leitura do que aconteceu na semana e o que fazer a seguir, priorizado pelo R$. No fim do mês, o fechamento pra diretoria.

A conta inteira auditada por mais de 30 critérios no Dia 1, e todo mês. Cada achado vira recomendação priorizada por R$ em risco.

Um robô percorre o caminho do comprador, no desktop e no celular, até a tela de pagamento. Quebrou, o alarme chega em minutos. É a resposta pra "não sei se o site está bem".

Gasto, ROAS, pixel e ritmo de verba vigiados 24/7. O que foge do padrão chega no Telegram pra gente agir. Print real, clientes anonimizados.







* A integração com a VTEX e a medição por linha de produto dependem de acessos liberados e de tracking funcional do lado da loja. A gente integra e mede; não reconstrói a operação de e-commerce.